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Vacinação

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Vacinação Zé Gotinha: personagem da campanha de vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil).

Algumas doenças são chamadas de infecciosas: aquelas causadas por micro-organismos. Para evitar a ocorrência de muitas delas, são usadas as vacinas, que protegem nosso organismo contra esses seres vivos.

Quando uma criança nasce, ela recebe, ainda na maternidade, uma carteira de vacinação, onde aparecem alguns dados importantes do seu nascimento. Eles servem para identificá-la, manter informações de seu crescimento e estado de saúde, e registrar as vacinas que deverá tomar e as doses que já recebeu.

Ao todo, são nove tipos de vacinas obrigatórias, aplicadas em doses e reforços que variam de acordo com a idade. Como são muitas, e extremamente importantes, é necessário que o esquema de vacinação de cada criança seja bem acompanhado por um ou mais profissionais da saúde.



Ao nascer, as primeiras vacinas que um bebê toma é a BCG, contra a tuberculose, e a vacina contra a hepatite B. A primeira vem em apenas uma dose e deve ser feita antes de a criança completar um mês. A primeira dose da vacina contra hepatite B deve ser tomada ao nascer; a segunda, com um mês de idade; e a terceira, com seis.

Aos dois meses de idade o bebê deve tomar a primeira dose das seguintes vacinas:

- Tetravalente (DPT+Hib): combate doenças como difteria, tétano, coqueluche, meningite e alguns tipos de gripe. Uma nova dose deve ser dada aos quatro meses de idade e outra, aos seis. Mais tarde, com um ano e três meses, a criança deve receber a primeira dose do reforço da DPT, e a última dose aos quatro anos.

- Vacina oral poliomielite (VOP): contra a poliomielite, também chamada de paralisia infantil. Uma nova dose deve ser dada aos quatro meses de idade e outra, aos seis. Mais tarde, com um ano e três meses, a criança deve receber o reforço.



- Vacina oral de rotavírus humano (VORH): contra a diarreia provocada por um micro-organismo chamado rotavírus. Uma nova dose deve ser dada aos quatro meses de idade.

- Vacina pneumocócica 10 (conjugada): contra a pneumonia, meningite, otite e algumas outras doenças. Uma nova dose deve ser dada aos quatro meses de idade e outra, aos seis. Mais tarde, com um ano de idade, a criança deve receber o reforço.

Aos três meses, deve ser dada a vacina meningocócica C (conjugada), contra meningite. A segunda dose deve ser recebida aos cinco meses; e o reforço, com um ano e três meses.

A primeira dose da vacina que previne a febre amarela deve ser aplicada quando a criança tiver completado nove meses de vida. Ela deverá ser dada novamente aos dez anos de idade, repetindo a aplicação a cada dez anos.

Essa doença é causada pela picada de mosquito Aedes Aegypti: o mesmo que causa a dengue. Se o inseto picar uma pessoa infectada e depois outra pessoa saudável, que não tenha sido vacinada, poderá contaminá-la.

No primeiro ano de vida, a criança, ainda, receberá a primeira dose da tríplice viral (SCR), que previne o sarampo, a caxumba e a rubéola. A segunda dose deve ser dada aos quatro anos de idade.

Atenção mamãe, papai e outros responsáveis: nunca se esqueçam de levar o cartão de vacinação!



Curiosidade:

Graças à vacina, há mais de 20 anos não ocorrem casos de poliomielite no Brasil!


Por Jussara de Barros e Mariana Araguaia
Pedagoga e bióloga, especialista em Educação Ambiental
Equipe Escola Kids

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