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República Nova – A Era Vargas

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República Nova – A Era Vargas Vargas sofreu com a pressão de seus adversários políticos.

O governo de Getúlio Vargas na Nova República marcou o último período de sua longa carreira política. Eleito pelo povo no ano de 1951, Vargas já tinha assumido a presidência do Brasil entre os anos de 1930 e 1945. Nesse tempo, realizou grandes obras e instituiu várias empresas que modernizaram a economia brasileira. No entanto, entre os anos de 1937 e 1945, ele também impediu que a população tivesse grande participação nos assuntos políticos da nação e não admitia que ninguém realizasse algum tipo de cobrança ou exigência do seu governo.

As ações positivas de seus governos anteriores acabaram pesando mais para que ele conseguisse voltar ao cargo de presidente. Nessa época, os seus opositores tinham a oportunidade de manifestar e não perdiam tempo para dizer que ele não tinha preparo para realizar as melhores decisões em favor do país. Em geral, os que não gostavam de sua presença no governo diziam que ele impedia que a economia do Brasil crescesse com a chegada de empresas estrangeiras no país.

Nesse seu mandato foi criada a Petrobras, uma importante empresa do governo que realiza a exploração do petróleo encontrado nas terras e mares brasileiros. Na visão do presidente Vargas, a economia do Brasil só iria crescer de verdade com o controle e o investimento do próprio governo brasileiro, sem a interferência de outras grandes empresas estrangeiras. Foi daí que seus adversários políticos organizaram, em 1954, um falso atentado contra Carlos Lacerda, um dos jornalistas que mais utilizavam o rádio e os jornais para criticar Getúlio Vargas.

Com a realização desse falso atentado, os adversários de Vargas esperavam que a população se voltasse contra o presidente eleito. No entanto, antes que as mobilizações de repúdio pudessem acontecer, Getúlio Vargas se matou com um tiro no peito. Antes de acabar com a própria vida, deixou uma carta dizendo que “forças terríveis” o forçaram a tomar esse tipo de medida. Desse modo, o seu suicídio acabou alimentando um forte movimento popular contra os seus opositores.

Por Rainer Gonçalves Sousa
Colaborador Escola Kids
Graduado em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG
Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG

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